segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Denatran diz que mudanças na CNH vão ajudar a diminuir custos


Atualmente, para tirar a CNH, é preciso desembolosar até cerca de R$ 1.600,00.

O diretor do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), Jerry Dias, afirma que as mudanças na CNH (Carteira Nacional de Habilitação) que entraram em vigor neste mês vão ajudar a reduzir custos. "Essas alterações vão acarretar em redução de custos e de burocracia, facilitando um pouco mais ao cidadão na hora em que ele precisa obter a sua carteira”, diz Dias.

Um dos pontos de mudança nas regras foi a redução da carga horária de 20 horas/aula para 5 horas/aula para motoristas que conduzem ciclomotores de até 50 cilindradas e que necessitam obter a ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor).

Um dos pontos de mudança nas regras foi a redução da carga horária de 20 horas/aula para 5 horas/aula para motoristas que conduzem ciclomotores de até 50 cilindradas e que necessitam obter a ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor).

Dias explica que essa mudança irá beneficiar, principalmente, as pessoas de baixa renda. "No período de um ano, esses condutores poderão obter sua carteira somente realizando as provas teóricas e práticas, sem a necessidade de participar das aulas. Então, a medida irá beneficiar, especialmente pessoas de baixa renda, que são as que mais usam o ciclomotor", falou.

Sindicato acredita na baixa dos preços

O Sindautoescola SP, sindicato das autoescolas de São Paulo, tem a expectativa que os valores para tirar a CNH sofram uma queda. Atualmente, para tirar a CNH, é preciso desembolosar até cerca de R$ 1.600,00. 

"A perspectiva do sindicato é que haja uma diminuição nos valores aplicados pelas autoescolas. Eu não tenho como precisar o percentual dessa queda", analisou Magnelson Souza, presidente da entidade.

Em relação às modificações, principalmente a carga horária de aulas noturnas e o simulador de direção, Souza destacou que a preocupação das autoescolas é com a formação do condutor e com a segurança das pessoas. "Nossa preocupação é com a segurança pública. A preocupação é quanto a formação do condutor".

Apesar das muitas críticas ao simulador, Magnelson defendeu o uso do aparelho. "O simulador de direção foi estudado, exaustivamente, e quem definiu que seria importante para a formação do condutor no Brasil foi a Universidade Federal de Santa Catarina".

Leia reportagem completa direto do R7

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